quinta-feira, 22 de março de 2012

Conselho Nacional de Justiça prepara concurso público para servidores 

 O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) já nomeou a comissão organizadora responsável pelo próximo concurso público da instituição. Todas as oportunidades serão para o Distrito Federal, segundo informações da assessoria de imprensa do conselho. Ainda estão em estudos quais os cargos e o número de vagas a ser oferecido no próximo edital. Vale destacar que em 2011 a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei 12.463,que criou 210 cargos para o conselho, sendo 110 de analista judiciário e 100 de técnico judiciário. Outro indicativo que deve ser considerado pelo leitor é o fato de o Orçamento da União para 2012 prever a contratação de 162 servidores para o órgão. O planejamento, previsto na lei 13.243/11, estabelecia que os cargos seriam preenchidos gradativamente entre 2011 e 2013. Para 2012, deveria haver a contratação de 54 analistas e 54 técnicos e, em 2013, mais 30 analistas e 36 técnicos. O salário inicial para técnico judiciário é de R$ 3.993,09, enquanto para analista o valor inicial é de R$ 6.550,92. O CNJ oferece benefícios como vale-alimentação,vale-transporte e assistência médica. A comissão organizadora ainda não definiu qual será a empresa organizadora. O grupo ainda está na fase de análise de custos. Ainda não há previsão para o lançamento do edital. Este será o primeiro concurso do órgão, que atualmente conta com servidores cedidos de outros órgãos do Poder Judiciário. A contratação dos aprovados será pelo regime estatutário. Saibamais – O Conselho Nacional de Justiça é um órgão cuja meta é a reformulação de quadros e meios no Judiciário de todo o País, principalmente quanto ao controle e transparência administrativa e processual. O CNJ foi criado em dezembro de 2004 e foi instalado em 14 de junho de 2005, tendo sede em Brasília (DF), porém com atuação nacional, por meio de ações de planejamento, coordenação, controle administrativo e aperfeiçoamento do serviço público na prestação da justiça. Recentemente o CNJ ganhou as manchetes devido à atuação da corregedora do órgão, ministra Eliana Calmon, que defende que o conselho tenha poder para punir juízes corruptos. 
Fonte: JC Concursos

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